sábado, 20 de setembro de 2014

Crazy In Love (parte 2) - Imagine com Niall Horan

Niall POV'S

Abri abri meus olhos, mas logo me arrependi. Assim que o fiz, uma luz invadiu meus olhos fazendo com que eu os fechasse rapidamente. Abri os novamente e pisquei até conseguir até conseguir mante-los abertos. Uma parte de mim me dizia que tudo não passava de um sonho, um pesadelo pra ser mais exato. Zayn não havia beijado Alana e, consequentemente, eu não havia atropelado a garota. (Seu nome). Meu sonho foi tão real que até foi capaz de criar um nome para ela e sua mãe também.
Outra parte me dizia que tudo era  real. Eu havia pego Zayn beijando Alana e, o que me desesperava mais, eu havia atropelado (Seu nome) e havia a deixado em coma.
Não, eu não atropelei essa garota, isso foi um sonho a primeira parte esta certa, dizia uma voz em minha mente. O som de meu celular fez com que eu saisse de meus desvaneios. Era uma mensagem.

"Sinto muito por ontem. Não era minha intenção. Eu nunca fui a fim de Alana e nunca quis beija-la. Sempre te dissemos que ela dava em cima de mim e dos meninos, mas você estava tão cego, que não quis ouvir. Quando ela me beijou, eu me senti péssimo, mas acho que foi o único jeito de você acordar. Você sabe que eu não a amo e nem quero ficar com ela, a única coisa que eu quero é que você me perdoe e que possamos voltar a ser os irmãos de antes. Me desculpe.
XxZaynxx"

A mensagem fez com que eu percebesse que nada daquilo foi um sonho.Tinha sido real. Tudo o que eu temia tinha acontecido. Suspirei e me joguei novamente na cama. E agora, o que eu faria? Como faria para salvar (Seu nome), sendo que isso não estava em meu alcance? Como faria para concertar as coisas? Suspirei novamente e peguei meu celular.

"Tudo bem, você tem razão. Fui um idiota. Da próxima vez, vou te ouvir.
XxNiallxx"

Joguei o aparelho ao meu lado e me levantei, indo até o banheiro. Hoje o dia seria longo.

[...]

Estacionei na primeira vaga que vi. Entrei desesperado no hospital e parei em frente a recepcioniata.
- Bom dia, posso ajudar?
- Bom dia, poderia me dizer qual é o quarto da paciente (Seu nome)? - a moça mexeu em seu computador.
- (Seu nome completo)? - perguntou e eu assenti - ela esta na     UTI  e não sei se posso deixa-lo entrar.
- Por favor - implorei. Ela pegou o telefone e conversou com alguém. Depois de alguns minutos, ela desligou e se virou para mim.
- Logo a direita, terceira porta - assenti e agradeci.
Ao entrar no quarto vi a mãe  de (Seu nome) dormindo desajeitada na poltrona ao seu lado. Me aproximei um pouco e ela se mexeu e acordou.
- Bom dia - disse sem jeito.
- Bom dia - respondeu ela, com um sorriso fraco. Conversamos um pouco até que ela foi a lanchonete tomar café. Ja que eu ja havia tomado, fiquei no quarto com (Seu nome) que pro meu desespero, ainda estava desacordada.

[...]

Maribel ja tinha saído a um bom tempo pra almoçar. Eu fiquei no hospital, pois esta sem fome. (Seu nome) continuava desacordada e isso me deixava pior do que eu ja estava. A porta fez um barulho e logo duas figuras de um homem e uma menina entraram no quarto.
- Oi - disse inseguro.
- Quem é você? - perguntou o homem seco.
- Niall - ele me analisou de cima em baixo.
- Foi você que atropelou a minha filha? - engoli em seco. O cara era o pai de (Sei nome). O pai. Eu estava ferrado.
- S-sim, mas eu n-não queria, eu... - o celular dele começou a tocar e eu me calei.
- Droga - murmurou ele - tenho que atender essa ligação. Lily fique aqui e se comporte. E você - apontou pra mim- conversamos depois.
Assenti e ele se retirou, atendendo o celular. Olhei para a garotinha em minha frente. Lily. Parecia a miniatura de (Seu nome). Ela me encarava sem piscar e eu me perguntava se ela também queria me matar.
- Você! - exclamou ela de repente - é o garoto dos desenhos - a olhei confuso.
- Ãhn?
- Você é o Niall não é? - assenti - o garoto dos desenhos. O cara por quem minha irmã é apaixonada.
Gelei. Sera que nessa idade, ela ja se droga ou bebe?
- Não sei do que você esta falando. Acho que você esta me confundindo com alguém.
- Não é você. Eu tenho certeza. Seu bome é Niall Horan, não é?
- Sim.
- Então só pode ser você. Minha irmã vive te desenhando e escrevendo sobre você no diario dela.
- Você lê o diario dela?
- Sim - respondeu eka calmamente - mas ela não sabe - sorriu sapeca.
- Não devia fazer isso - ela deu de ombros.
- Não muda de assunto não. Estavamos falando do fato da minha irmã ser apaixonada por você.
Suspirei. Essa garota parecia ser persistente, não ía desistir dessa ideia fácilmente. Eu nem conhecia (Seu nome). Tinha a leve impressão de que a conhecia, mas isso acontece as vezes. Ela não podia ser apaixonada por mim. Isso era loucura.
- Eu nem conheço  sua irmã.
- Mas ela te conhece - insistiu Lily.
- Quantos anos você tem?
- Oito - respondeu ela sorrindo.
- Tem certeza? Acho que você tem mais idade do que aparenta ter. Ou então é um prodigío - ela riu.
- Obrigada - respondeu. De repente seu rosto se iluminou, como se tivesse tido um ideia brilhante - ja sei! - exclamou - ja que você não acredita em mim, eu vou te provar que a (Seu apelido) te ama.
- Como? - perguntei curioso.
- Te mostrando o diario dela.
- Você não pode fazer isso! Tenho certeza que a (Seu apelido) te mataria por isso - protestei.
- Provavelmente, mas é único jeito de te provar de que eu estou certa.
Revirei os olhos. Ela não iria desistir, a menos que eu aceitasse isso.
- Tudo bem - ela sorriu vitoriosa - mas que fique bem claro que eu fui contra. Não quero que ela me odeie.
- Ela não vai te odiar, ela te ama - antes que eu pudesse protestar, a porta se abriu e o pai das garotas entrou.
- Niall - disse sério - precisamos conversar.

  2 semanas depois

Ja haviam se passado duas semanas e nada de (Seu nome) acordar. Eu a visitava todos os dias, mas nada acontecia. Os médicos diziam que seu estado era instavel. Lily também não aparecdu. Não que eu estivesse ansioso para ler o diario de (Seu apelido), mas apesar de ser insistente, Lily era uma garota legal. Robert, pai da (Seu nome), conversou comigo. Assim como Maribel, se culpoi e chorou, mas disse que só porque ele era culpado, não significava que eu também não era. Não entendi muito bem, mas concordei.
Estava no hospital ao lado de (Seu nome). Ela era tão linda, que eu pudia ficar horas e horas só a admirando sem me cansar. Na verdade, era isso que eu fazia todos os dias.
A porta se abriu e eu me virei vendo Maribel e Lily, ambas sorriram ao me ver.
- Oi - disse sorrindo.
- Oi - responderam em uníssono.
- Niall, vou procurar o médico. Quero falar com ele, cuida de Lily um instante?
- Claro - ela sorriu e saiu do quarto. Lily pegou a mochilinha que carregava e de la tirou um caderno. O estendeu para mim e eu a olhei confuso.
- O que é isso?
- O diário da (Seu nome) - respondeu como se fosse óbvio - u disse que traria lembra? - assenti.
- Tudo bem - peguei o diário.
- Você não vai ler? - perguntou Lily confusa.
- Ah... quando eu chegar em casa eu leio - sorri forçado e ela deu de ombros.
- Quando ela vai acordar? - perguntou agora com o rostinho triste.
- Eu não sei. Espero que seja logo.
- Eu também. Ela é a melhor irmã do mundo - suspirou.

[...]

Ja era noite. Eu estava em meu quarto, sentado na cama, com o diário em mãos. Eu sabia que era errado, mas agora a curiosidade me consumia de um jeito estranho. Era como se eu tivesse que lê-lo.
- Me desculpe (Seu apelido) - sussurrei. Peguei o diário e o abri.

CONTINUA.....

N/A: Demorei mas tô aqui. O que sera que tem nesse diário? Sera que a Lily esta certa? Espero que gostem dessa parte. Comentem e me ajudem a divulgar o blog. Bjs e até mais.
Ps: só eu tô in love por fireproof?

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